Otávio Costa, da Isto É, nos lembra que “A cobiça de potências estrangeiras não é surpresa e tudo começa pela extensão territorial. A Amazônia Legal se estende por nove Estados e ocupa 61% do território brasileiro – sua área equivale à metade do continente europeu e nela cabem 12 países, incluindo Alemanha e França. Ela seria, assim, o sexto maior país do mundo, com uma população de 20 milhões de pessoas. A região faz fronteira de 11 mil quilômetros com Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela.
Para que não me considerem um elocubrador de teorias conspiratórias xenófobas, basta lembrar que um assessor para assuntos estratégicos da ONU, Pascal Boniface, previu em seu livro A Guerra do Amanhã, entre os cenários de guerras desse século provocadas pelo aquecimento global, a provável invasão da região amazônica por uma coligação internacional. A ação contra a soberania brasileira se justificaria porque “salvar a Amazônia é o mesmo que salvar a Humanidade”.
Para concluir, uma refrescada na nossa memória. Muito antes que a política internacional impingisse aos palestinos, a existência de um Israel que aplacasse as consciências ocidentais, lá em 1862, logo após a vitória da União na Guerra Civil americana, o presidente Abraham Lincoln já sugeria aos representantes dos negros libertados a criação de um Estado Livre na Amazônia. A proposta só não foi à frente porque os dirigentes negros deram uma resposta boa e seca a Lincoln: “Não aceitamos a proposta porque este país também é nosso”.
Deveríamos nos mirar no exemplo destes negros norte-americanos e fazer com que nosso governo dê uma imediata e firme resposta a todos: “A Amazônia é do Brasil“.
FONTE: Revista Isto É